sexta-feira, 12 de março de 2010

Poltrona antiga ou moderna?

"Rainha do Amor"é o nome dado a esta poltrona por seus criadores, os designers italianos Graziano Moro e Renato Pigatti. Confeccionada em polietileno reciclável e com proteção UV, ela está a disposição no Mercado em oito opções de cores especialmente selecionadas para sua fabricação.
Ideal para as áreas internas e externas, ela é bastante versátil e tem um certo ar de humor.




Esta pretende ser uma criação do futuro que recorda e homenageia o passado.

Alguém, além de você, poderá gostar...



Estou só imaginando nosso Skyzinho lá ...





A caridade e o prazer

Segundo Susan Andrews, psicóloga e monja iogue, autora do livro Stress a Seu Favor, coordenadora da ecovila Parque Ecológico Visão Futuro:

"Os sintomas físicos do altruísmo foram recentemente mostrados num experimento feito pelo psicólogo Ulrich Mayr, na Universidade do Oregon, nos EUA, e publicado na revista Science. Saber que seu dinheiro vai para uma boa causa ativa os mesmos centros de prazer no cérebro que são estimulados por comida e sexo. Dezenove voluntários receberam US$ 100 cada um. Sua atividade cerebral foi rastreada quando eles viram o dinheiro sendo automaticamente transferido de suas contas para um fundo de caridade. Isso ativou uma antiga parte do cérebro – o núcleo acumbens – ligada ao prazer. O efeito foi ainda maior quando eles optaram por doar o dinheiro. “O que realmente interessa é que essas áreas de prazer existem para necessidades básicas, como alimento, sexo, doces e abrigo. São as áreas que dizem a nosso cérebro o que é bom para nós”, disse Mayr."
Só é solitário quem não é solidário.
Experimente você também! E seja feliz!

Nas terras do Sri Lanka

Elevada, super arejada e com pouquíssimas paredes.



Um cantinho acolhedor e estratégico: muita ventilação, muita madeira e uma vista para o verde ...


                                                   Decoração com objetos locais.


Vista para a piscina e para o jardim.


Um pouco de cultura: música e livros. Que delícia!
(Veja que mesmo atrás do armário com livros só há janelas).


Simplicidade sim, mas sem esquecer os detalhes.


O pé direito alto garante o frescor.


Será que alguém consegue viver estressado num ambiente assim?
Fotos de Richard Powers

terça-feira, 9 de março de 2010

Estou chique e não sabia

Pesquisando a combinação de diferentes padronagens de tecidos para inspirar-me na hora de estofar os sofás e poltronas de casa, descobri que estou chique e não sabia. Temos uma poltrona Ouro Preto, de Michel Arnoult.
Aí está um exemplar:
Ela, a poltrona na qual me sento para costurar e bordar, é um ícone do design brasileiro!
Puxa...Agora vou sentar-me de forma mais elegante ainda pois ela merece.

Para quem, como eu, desconhece a história da poltrona, um pouco de cultura:

Poltrona Ouro Preto


Michel Arnoult, meados dos anos 1960

"Enquanto vários arquitetos modernos abriam suas manufaturas de móveis no Rio de Janeiro e em São Paulo, nos anos 1960, o francês Michel Arnoult começou uma espécie de perseguição à idéia do móvel bem desenhado e barato. Nada de grandes estruturas maciças e matéria-prima que exigisse exímio trato artesanal. Com essa visão foram pensadas as primeiras linhas de móveis da Mobília Contemporânea, que, nos idos de 1960, eram vendidos para jovens da classe média urbana brasileira. Eram peças que se adequavam a espaços residenciais e comerciais, modulares, simples e elegantes, de acabamento impecável. A grande sacada foi vendê-los desmontados, como faria, alguns anos depois, a loja Habitat, de Terence Conran, na Inglaterra.


Um desses móveis foi a Poltrona Ouro Preto, delicada peça de pés torneados e braços compridos, inicialmente fabricada com percintas de borracha que sustentavam um estofado fino e discreto. Trata-se de poltrona de conversar, mas não de esparramar-se. Previa um comportamento sóbrio, um apelo às idéias fluidas, mas não preguiçosas. Como se do ato de sentar semi-ereto dependesse um pensamento rigoroso e vivo.


Bem, a fabricante das percintas interrompeu a produção - coisa muito comum no Brasil - e Arnoult não se perturbou. Sua formação de designer industrial previa soluções engenhosas e rápidas para novos problemas e foi assim com a substituição das percintas: elas foram garbosamente trocadas por banais fios de náilon, que não fizeram perder em nada as poltronas. O estofado do assento e do encosto, duas almofadas com as mesmas dimensões, pouco volumosas, quase secas, de espuma revestida de tecidos com padrões modernos, se sustentavam perfeitamente nos fios. A nova Ouro Preto ganhou essa resolução estrutural e, mais tarde, no início dos anos 1970, recebeu versão em que os braços eram também torneados e o conjunto de madeira era laqueado de branco. A poltrona era vendida em caixas finas e montada pelos próprios compradores, em casa."
Resenha de Ethel Leon.

Gostei.

Era uma vez uma casa original

Moderna.

Do alto, a Suíça proporciona aos moradores uma vista belíssima.


Longas janelas iluminam seu interior.


Praticidade e simplicidade caracterizam seu interior.


Privacidade e relaxamento para o banho de banheira.


Um projeto interessante.
As fotos são de Richard Powers.