terça-feira, 12 de junho de 2012

Nas Sendas do Mundo

" Deus, que nos auxilia sempre, permite-nos possuir para que aprendamos também a auxiliar.
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Habitualmente, atraímos a riqueza e supomos detê-la para sempre, adornando-nos com as facilidades que o ouro proporciona... Um dia porém, nas fronteiras da morte, somos despojados de todas as posses exteriores, e, se algo nos fica, será simplesmente a plantação das migalhas de amor que houvermos distribuído , creditadas em nosso nome pela alegria, ainda mesmo precária e momentânea, daqueles que nos fizeram a bondade de recebê-las.
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Via de regra, amontoamos títulos de poder e investimo-nos deles, enfeitando-nos com as vantagens que a influência prodigaliza...Um dia porém, nas fronteiras da morte, somos despojados de todas as primazias de convenção, e, se algo nos fica, será simplesmente o saldo dos pequenos favores que houvermos articulado, mantidos em nosso nome pelo alívio, ainda mesmo insignificante e despercebido, daqueles que nos fizeram a gentileza de aceitar-nos os impulsos fraternos.
                     
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Geralmente repetimos frases santificantes, crendo-as definitivamente incorporadas ao nosso patrimônio espiritual, ornando-nos com o prestígio que a frase brilhante atribui...Um dia, porém, nas fronteiras da morte, somos despojados de todas as ilusões, e, se algo nos fica, será simplesmente a estreita coleção de benefícios que houvermos feito, assinalados em nosso nome pelo conforto, ainda mesmo ligeiro e desconhecido, daqueles que nos deram oportunidade a singelos ensaios de elevação.

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Serve onde estiveres e como puderes, nos moldes da consciência tranquila.
Caridade não é tão-somente a divina virtude, é também o sistema contábil do Universo, que nos permite a felicidade de auxiliar para sermos auxiliados.
Um dia, nas alfândegas da morte, toda a bagagem daquilo de que não necessitas ser-te-á confiscada; entretanto, as Leis divinas, determinarão recolhas, com avultados juros de alegria, tudo o que deste do que és, do que fazes, do que sabes, do que tens, em socorro dos outros, transfigurando-te as concessões em valores eternos da alma, que te assegurarão amplos recursos aquisitivos no Plano Espiritual.
Não digas, assim que a propriedade não existe ou que não vale dispor disso ou daquilo.
Em verdade, devemos a Deus tudo o que temos, mas possuímos o que damos."

("Estude e Viva" de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, por Emmanuel e André Luiz)



Compartilho com vocês aquilo que me agrada, que acho belo, que me fala ao coração. Bj!

sábado, 26 de maio de 2012

Vaso de teto!

Gente, vou fazer como no site em que encontrei o produto: primeiro as fotos, depois as explicações. (Suspense! rsrsrs...)







              Não. Você não está vendo coisas...
Não, não é ilusão de ótica.
       Não, não são plantas artificiais.

Chama-se Skyplanter.Quem inventou essa maravilha foi o neozelandês Patrick Morris, designer formado pela Central Saint Martins College os Arts  de Londres. Morris ganhou diversos prêmios como designer.
 Bom, pelo que entendi ( a página é japonesa), qualquer planta pode ser posta neste tipo de vaso, porém devem ser plantadas mudas e não sementes. O local onde cada vaso será pendurado vai depender das necessidades de cada planta (se informe na loja onde adquirir a planta de sua escolha). Para evitar a queda da terra, são utilizadas redes. Quanto mais fina a terra mais fina a trama da rede a ser utilizada. A rega é feita pela parte superior do vaso que possui um orifício. Para entender melhor, veja as imagens abaixo.



Este desenho ilustra o conceito do funcionamento do vaso de teto. Há um reservatório de água na parte superior interna. O importante é não exceder a capacidade interna de armazenamento de água. A água armazenada não será derramada no chão. Se a planta escolhida for do tipo que não exige muita água para sua sobrevivência, deve-se colocar menos água no reservatório.


Fertilizantes líquidos podem ser adicionados à água do reservatório quando necessário ou indicado.

Agora falta de espaço não é mais desculpa...Estou impressionada.

A página é esta. Eu adorei!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Era uma vez uma casa na Holanda

Revisitando os meus favoritos veja que casa simpática eu encontrei...
Nesta casa, na Holanda, a proposta é de praticidade e alegria. A base é sempre o branco e sobre ele objetos coloridos e algumas estampas. O resultado de toda esta mistura é de um ambiente descontraído, leve.

Na sala de jantar os papéis de parede estampados complementam as cores do banco de madeira pintado de verde e das cadeiras. As cores pipocam por todos os lados, mas com leveza.


Detalhes com cores marcantes fazem a diferença. Aqui, as flores do jardim foram levadas para a mesa.


Sala de jantar e cozinha lado a lado e sem paredes divisórias: ambiente amplo e arejado.


A cozinha foi decorada com tons mais claros, os famosos pastéis.


Delicadeza nos detalhes assim como nas cores.


Praticidade e organização nas prateleiras. Gostei da simpática decoração sobre a porta....


O fundo branco permite dar destaque às peças coloridas.


Humor e alegria sempre presentes.


Muita brincadeira no dia-a-dia desta família formada por pai, mãe e dois filhos.


Brincadeira também no quarto...Para a criança o quarto é o mundo dela. Estes pais entenderam bem isso.


O colorido na colcha faz toda a diferença...


No quarto dos pais papel de parede e adesivo na porta do armário. Não há paredes vazias.


Cor também na área externa. Muitas lâmpadas, lanternas coloridas, painel e a vivacidade do amarelo.


No jardim, bandeirinhas de tecido dão um toque lúdico. Segundo a pai: "sua casa deve refletir você".


Tudo daqui.

domingo, 20 de maio de 2012

Compreensão é obra do tempo, colaboração e harmonia

"Existe uma ciência de cultivar a amizade e construir o entendimento.

Como acontece ao trigo, no campo espiritual do amor, não será possível colher sem semear.

Examina, pois, diariamente, a tua lavoura afetiva.

Observas se estás exigindo flores prematuras ou frutos antecipados.

Não te esqueças da atenção, do adubo, do irrigador.

Coloca-te na posição da planta em jardim alheio e, reparando os cuidados que exiges,

 não desdenhes resgatar as tuas dívidas de amor para com os outros.

Imita o lavrador prudente e devotado, se desejas atingir a colheita de grandes e preciosos resultados."

(Vinha de Luz, pág 255, de Chico Xavier, por Emmanuel)

(Não consegui encontrar o nome do autor da ilustração)

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Viver com Consciência

Refletindo sobre ações/reações, posturas, valores, iniciativas, atitudes que não levam a nada e etc, fui pesquisar na internet e encontrei um artigo do qual gostei muito e que fala sobre O Esforço como Fator Determinante para a Realização do Propósito de Vida; este é o título. Mas não se trata de força, atropelo, pressa, ansiedade, autopromoção. O texto do Dr. Alírio de Cerqueira Filho fala sobre algo a respeito do qual todos deveríamos nos interessar. Leia e descubra você mesma (o):

 "Apesar de muitos de nós sabermos da existência de um propósito maior para esta existência, temos muita dificuldade em realizá-lo. Analisaremos agora as causas que determinam esta dificuldade.
Quando nos defrontamos com um objetivo queremos logo realizá-lo ansiosamente. Este sentimento egóico de ansiedade gera um movimento de forçar a realização do propósito. Este é um movimento em que normalmente tem o seguinte padrão de crença limitadora "Eu tenho que fazer isto" ou "Eu preciso realizar isto". Isso pressupõem uma obrigação e não uma conscientização. Todas as vezes que nos forçamos obrigando-nos egoicamente a algum objetivo o qual achamos que temos que realizar, o ego reage, determinando exatamente o contrário daquilo que desejamos, num movimento de auto-sabotagem. Esta reação do ego será caracterizada pela acomodação e não realização do objetivo na polaridade passiva. No extremo oposto na polaridade reativa acontece uma reação manifestada através de ansiedade, raiva, revolta, etc., como se o indivíduo tivesse que lutar arduamente para realizar o objetivo que deseja, resultando num gasto muito pronunciado de energia. Na realidade este movimento egóico estará impedindo o indivíduo de efetuar seu objetivo, pois ele estará se afastando do princípio do amor que existe em si mesmo. Quando a pessoa afasta-se deste princípio, ela deixa que as coisas e as circunstâncias a invadam e tumultuem a sua intimidade, reagindo dentro dela. É um movimento de inibição do essencial.
O movimento essencial proativo é caracterizado pela conscientização, fruto da reflexão, que é um ato de amor por si mesmo. O indivíduo se conscientiza que é bom para si mesmo a realização do propósito existencial e que ao realizá-lo ele está se aprimorando espiritualmente. A consciência disto leva a realização do objetivo pelo prazer em se autodesenvolver. Quando conscientes do que desejamos, buscamos realizar os esforços necessários para a efetivação do nosso propósito existencial. O esforço maior será apenas de vencer a inércia de permanecer no movimento egóico, pois a partir do momento que entramos no movimento essencial proativo este esforço se torna mínimo, pois o prazer que sentimos neste movimento é tamanho, na qual a alegria e plenitude que obtemos faz com que nem percebamos que estamos fazendo esforços. Ao invés de gastar energia nos forçando a realizar o objetivo como no movimento egóico, nós nos abastecemos continuamente com as energias essenciais e com aquelas que vem da Consciência Cósmica Criadora da Vida para nos fortalecer em nossos propósitos.
Quando estabelecemos relações de prazer, de satisfação com as coisas que fazemos nos tornamos proativos em todas as circunstancias. Cada um dos nossos atos leva a nossa impressão pessoal, estendendo-se de nós para as demais pessoas, doamo-nos para os demais, estabelecendo o código determinado por Deus, é dando que se recebe. O ato de estendermo-nos para o outro é fundamental para a realização dos nossos propósitos porque vivemos em comunidade. Darmo-nos, distribuirmos os nossos valores é a nossa destinação, multiplicando estes valores entre aqueles que nos cercam.
Nas ações efetuadas por prazer, portanto filhas do amor, vamos observar as pessoas que estabelecem uma relação de profunda efetividade e afetividade com o seu trabalho, com a família, com a comunidade. Para estas pessoas as atividades não pesam, as horas são minutos, os anos são dias. É difícil encontrar espaço e tempo para mais atividades, pois quando agimos de forma proativa, produzimos mais em menos tempo, sem que isso nos pese, devido a alegria e felicidade que as atividades nos proporcionam. Para quem age assim o fardo é leve e o jugo é suave, porque estão mergulhadas na sua essência e distribuindo-se plenamente. Quando se afastam disto aprofundam-se nas questões egóicas, permitindo-se problemas de todas as ordens, ficam agitadas e reagem.
Este movimento proativo acontece porque estas pessoas vêem um sentido na vida e, por isso, se motivam para a vida, pela razão essencial de a perceberem plenamente. Quando elas não vêem um significado na vida, elas estão sempre reagindo nas circunstâncias em que a vida as convida para agir, e elas, por ignorância do próprio ego, reagem até o momento em que despertam para o auto-encontro e passam a agir, buscando se esforçar para realizar o propósito de suas existências. Quando elas se abrem realizam, quando se fecham não realizam. Quando elas se abrem são ativas, dominam as circunstâncias; quando se fecham estão reagindo e as circunstâncias as dominam., num movimento de inibição.
O movimento essencial proativo é de expansão, começando da própria essência e indo ao encontro de todos os que nos rodeiam. Efetivamente é o movimento único da vida, pois o movimento egóico é transitório e é transformado com o tempo. É um movimento de realização efetiva do nosso propósito existencial pela abertura em direção ao essencial que nos proporciona.
Portanto, o movimento essencial proativo, caracterizado pelo esforço em realizar o propósito existencial, é um movimento de vida que começa do núcleo do próprio ser, o fulcro central, dirigindo-se em direção ao Universo, num movimento claro de expansão dos potenciais latentes no ser."

E aí, gostou? O mesmo está publicado no site do Instituto Brasileiro de Plenitude Humana